Chris Hopewell | Estados Unidos | 04'00" | IMDb | Assista no Youtube
Videoclipe da banda Radiohead animado em stop-motion que homenageia o programa de televisão infantil britânico dos anos 1960, Camberwick Green, e o filme de terror britânico de 1973, The Wicker Man.
Um inspetor é recebido pelo prefeito da cidade e convidado a ver uma série de cenas perturbadoras, como uma donzela amarrada em um tronco cercada por homens mascarados segurando espadas, culminando em uma estátua gigante de um homem, feita de madeira. O prefeito faz o inspetor subir na estátua. Ele é trancado lá dentro e a estrutura de madeira é queimada com o inspetor dentro, como um sacrifício humano. À medida que as chamas se acumulam, os habitantes da cidade viram as costas e acenam para a câmera. Depois que a música termina, vemos o inspetor fugir ileso por entre as árvores.
É no mínimo inusitada a mistura da fofura dos bonequinhos de madeira, inspirados na série infantil inglesa Camberwick Green, com a história bizarra de sacrifício humano baseada no The Wicker Man, filme dirigido por Robin Hardy. Esta discrepância causa humor involuntário e, de certa forma, um incômodo de ver personagens e cenários que remetem a infância usados como base para uma seita que comete assassinatos. O fim, com a fuga do inspetor, acaba mostrando que a fofura ganhou.
O diretor Chris Hopewell tem em seu currículo outras animações stop motion, entre elas o clipe There There (2003), também do Radiohead, que usa elementos do fantástico e do horror de forma mais suave.
Um inspetor é recebido pelo prefeito da cidade e convidado a ver uma série de cenas perturbadoras, como uma donzela amarrada em um tronco cercada por homens mascarados segurando espadas, culminando em uma estátua gigante de um homem, feita de madeira. O prefeito faz o inspetor subir na estátua. Ele é trancado lá dentro e a estrutura de madeira é queimada com o inspetor dentro, como um sacrifício humano. À medida que as chamas se acumulam, os habitantes da cidade viram as costas e acenam para a câmera. Depois que a música termina, vemos o inspetor fugir ileso por entre as árvores.
É no mínimo inusitada a mistura da fofura dos bonequinhos de madeira, inspirados na série infantil inglesa Camberwick Green, com a história bizarra de sacrifício humano baseada no The Wicker Man, filme dirigido por Robin Hardy. Esta discrepância causa humor involuntário e, de certa forma, um incômodo de ver personagens e cenários que remetem a infância usados como base para uma seita que comete assassinatos. O fim, com a fuga do inspetor, acaba mostrando que a fofura ganhou.
O diretor Chris Hopewell tem em seu currículo outras animações stop motion, entre elas o clipe There There (2003), também do Radiohead, que usa elementos do fantástico e do horror de forma mais suave.

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