Tim Burton / Henry Selick / Walt Disney | Estados Unidos | 1h 16'00" | IMDb | Assista no Youtube
Falar de The Nightmare Before Christmas (1993), ou O Estranho Mundo de Jack, é chover no molhado, mas vamos lá... Bom, talvez seja importante dizer que ele é o melhor exemplo de um filme de horror animado comercial e voltado para um público mais geral. Muitos acham que o filme é de Tim Burton, na verdade é dele mesmo, mas ele não dirigiu. Quem assume a direção é Henry Selick, que em 2009 faria o maravilhoso Caroline (falaremos dele em outra postagem).
A história gira em torno de Jack Skellington, a principal figura do reino do Halloween, que resolve assumir também o Natal e, para isso, resolve sequestrar o Papai Noel. O filme, assim como outras obras de Burton, consegue estabelecer um limite perfeito entre o horror com elementos infantis e da cultura pop. Se comparado, por exemplo, com Hotel Transilvânia, podemos notar que os filmes de Tim Burton são mais dotados de elementos graficamente assustadores e suas histórias são bem mais obscuras do que os personagens demasiadamente fofinhos e da narrativa leve de Hotel Transilvânia. Para mais detalhes sobre o filme, sugiro assistir a série documental chamada The Movies That Made Us (Filmes que Marcam Época), disponível no Netflix.
Vamos falar então de Tim Burton… Na minha humilde opinião, Burton talvez seja o grande artista da sétima arte quando se trata de misturar gêneros, como o horror, ficção científica, etc., em filmes comerciais de grandes estúdios. Burton era um estranho no ninho quando trabalhava como animador na Disney, justamente pelo seu jeito artístico, gótico e dark. Ele conseguiu desenvolver um estilo próprio misturando elementos do Expressionismo Alemão, do Surrealismo de Dali, da estética dos Filmes B, dos contos infantis fantásticos de Dr. Seuss e Roald Dahl, entre outras referências estranhas, e também do mundo pop. Seus filmes fizeram escola entre vários artistas, especialmente animadores, no mundo inteiro.
Burton dirigiria seu primeiro longa animado em 2005, Corpse Bride. E em 2012, faria Frankenweenie. Em breve, faremos postagens sobre estes filmes e os curtas de Tim Burton.
A história gira em torno de Jack Skellington, a principal figura do reino do Halloween, que resolve assumir também o Natal e, para isso, resolve sequestrar o Papai Noel. O filme, assim como outras obras de Burton, consegue estabelecer um limite perfeito entre o horror com elementos infantis e da cultura pop. Se comparado, por exemplo, com Hotel Transilvânia, podemos notar que os filmes de Tim Burton são mais dotados de elementos graficamente assustadores e suas histórias são bem mais obscuras do que os personagens demasiadamente fofinhos e da narrativa leve de Hotel Transilvânia. Para mais detalhes sobre o filme, sugiro assistir a série documental chamada The Movies That Made Us (Filmes que Marcam Época), disponível no Netflix.
Vamos falar então de Tim Burton… Na minha humilde opinião, Burton talvez seja o grande artista da sétima arte quando se trata de misturar gêneros, como o horror, ficção científica, etc., em filmes comerciais de grandes estúdios. Burton era um estranho no ninho quando trabalhava como animador na Disney, justamente pelo seu jeito artístico, gótico e dark. Ele conseguiu desenvolver um estilo próprio misturando elementos do Expressionismo Alemão, do Surrealismo de Dali, da estética dos Filmes B, dos contos infantis fantásticos de Dr. Seuss e Roald Dahl, entre outras referências estranhas, e também do mundo pop. Seus filmes fizeram escola entre vários artistas, especialmente animadores, no mundo inteiro.
Burton dirigiria seu primeiro longa animado em 2005, Corpse Bride. E em 2012, faria Frankenweenie. Em breve, faremos postagens sobre estes filmes e os curtas de Tim Burton.

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