Andy Coyle / Don´t Walk Alone after Dark | Canadá | 12'00" | Assista no Youtube | X do diretor
Primeira produção da série Don´t Walk Alone after Dark. Conta a história de 3 garotos que vão acampar em um bosque. Um deles conta a verdade sobre o desaparecimento de outro menino anos atrás. Ele teria sido levado por criaturas chamadas Pine Creepers.
Bom, as histórias desta websérie, que conta ainda com a animação The Worm, não são nada de excepcional. Na verdade são bem clichês no formato, apesar de estas duas primeiras animações trazerem seres inéditos (que não pertencem a nenhuma mitologia já conhecida). Mas a estrutura das histórias é bastate comum, porém muito bem amarradas.
Parece que além de histórias inéditas com estruturas tradicionais do gênero horror, os episódios da série se baseam em uma narração off, muitas cenas praticamente estáticas (em contraponto a outras com muito movimento), e com um visual bem particular. Estilo do diretor Andy Coyle, que também realizou a série de fantasia infantil Hilda.
Particulamente acho a iniciativa desta série muito boa. Estas economias de movimento, além de compreensível por ser o trabalho de um homem só, são superadas por desenhos lindos. Espero que ele não pare somente nestes dois episódios.
Entrevista com o diretor Andy Coyle para o site do Toonboom.
Bom, as histórias desta websérie, que conta ainda com a animação The Worm, não são nada de excepcional. Na verdade são bem clichês no formato, apesar de estas duas primeiras animações trazerem seres inéditos (que não pertencem a nenhuma mitologia já conhecida). Mas a estrutura das histórias é bastate comum, porém muito bem amarradas.
Parece que além de histórias inéditas com estruturas tradicionais do gênero horror, os episódios da série se baseam em uma narração off, muitas cenas praticamente estáticas (em contraponto a outras com muito movimento), e com um visual bem particular. Estilo do diretor Andy Coyle, que também realizou a série de fantasia infantil Hilda.
Particulamente acho a iniciativa desta série muito boa. Estas economias de movimento, além de compreensível por ser o trabalho de um homem só, são superadas por desenhos lindos. Espero que ele não pare somente nestes dois episódios.
Entrevista com o diretor Andy Coyle para o site do Toonboom.

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