Marcos Buccini / Diego Credidio / Quattor | Brasil | 04'58" | Assista no Youtube
Produzida em 2002 pela Quattor, grupo de trabalho formado por quatro designers gráficos, e dirigida por mim, Marcos Buccini, e Diego Credidio. A Árvore do Dinheiro fez parte da retomada da animação pernambucana na era digital. Realizada com recortes no Macromedia Flash, o filme concorreu e ganhou o prêmio de melhor filme pelo Cyber Juri do Anima Mundi Web, braço do famoso festival dedicado aos filmes feitos para a Internet.
A ideia do filme era emular as histórias populares dos folhetos de cordel. O roteiro foi criado usando diversos arquétipos deste tipo de literatura: o coronel, a mocinha, o mocinho e o diabo. No caso, o bom moço, de nome José, e a filha do Coronel, de nome Maria, são apaixonados, mas ela está prometida para um rapaz rico. Desesperado, José faz um pacto com um estranho homem encapuzado, que lhe dá algumas sementes. Delas, brota uma árvore, que, ao invés de folhas, possui notas de dinheiro. José se torna um homem rico, casa-se com Maria e vivem felizes. Até que, em uma noite, o homem encapuzado vem cobrar a dívida de José. O homem se revela do Diabo. José desaparece, mas nas noites de lua cheia, pode-se ouvir os seus gritos chamando por Maria.
A animação não é exatamente um filme de terror. Mas ela usa elementos do horror e do sobrenatural, típicos das histórias populares do interior do Brasil. A parte visual, emula as imagens simples, de alto contraste das xilogravuras, usadas nas capas dos cordéis. Foi a primeira animação de Pernambuco a usar tal recurso gráfico. Que inclusive, podemos dizer, que faz parte de uma sub-gênero da animação, os Cordéis Animados.
Referência: BUCCINI, Marcos. História do cinema de animação em Pernambuco. Recife: Serifa Fina, 2017.
A ideia do filme era emular as histórias populares dos folhetos de cordel. O roteiro foi criado usando diversos arquétipos deste tipo de literatura: o coronel, a mocinha, o mocinho e o diabo. No caso, o bom moço, de nome José, e a filha do Coronel, de nome Maria, são apaixonados, mas ela está prometida para um rapaz rico. Desesperado, José faz um pacto com um estranho homem encapuzado, que lhe dá algumas sementes. Delas, brota uma árvore, que, ao invés de folhas, possui notas de dinheiro. José se torna um homem rico, casa-se com Maria e vivem felizes. Até que, em uma noite, o homem encapuzado vem cobrar a dívida de José. O homem se revela do Diabo. José desaparece, mas nas noites de lua cheia, pode-se ouvir os seus gritos chamando por Maria.
A animação não é exatamente um filme de terror. Mas ela usa elementos do horror e do sobrenatural, típicos das histórias populares do interior do Brasil. A parte visual, emula as imagens simples, de alto contraste das xilogravuras, usadas nas capas dos cordéis. Foi a primeira animação de Pernambuco a usar tal recurso gráfico. Que inclusive, podemos dizer, que faz parte de uma sub-gênero da animação, os Cordéis Animados.
Referência: BUCCINI, Marcos. História do cinema de animação em Pernambuco. Recife: Serifa Fina, 2017.

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